quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Quase!

Bem, se não fosse um pequeno problema nos rolamentos da cambota, provavelmente o motor já estaria montado. Contudo, é de referir que antes de montar definitivamente o motor fiz uma primeira tentativa ainda sem parte do miolo, para ver se sabia onde eram as coisas e para fotografar. Nessas imagens que aqui apresento, podemos ver a cambota com biela SYM, na companhia da chave de castelo,  algumas imagens do próprio motor em vários ângulos, e do cilindro.









Quanto à SYM tem já 8800Km, e noutro dia dei 125Kmh a descer a Via Norte, e até agora é sempre a andar, grande máquina! 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Transmissão

Ainda não comecei a montar tudo pois ainda me faltam alguns vedantes. De resto já tenho tudo. O cilindro foi retificado e coloquei um biela e um pistão da SYM, o resto veio pela internet. Arranjei a biela e o pistão SYM num concessionário Suzuki que comparou e verificou que dava, portanto agora é montar. Já faltou mais para que a Shenke volte a rolar. Entretanto deixo aqui algumas imagens da transmissão, que embora não houvesse necessidade de desmontar, para ver como era feita, e como estava, resolvi abrir verificando que estava nova depois de rolar os 7783Km. 


sábado, 29 de outubro de 2011

Desmontado

A Senke tem o motor totalmente desmontado., embora não seja com a rapidez que queria, pois tenho tido que fazer, e estou também a recuperar uma Casal K 188.
No que diz respeito à desmontagem do motor GY6 da Shenke, (um clone Honda) não existe muita coisa de novo. É um motor simples, e no Youtube existem muitos vídeos da desmontagem deste motor, e existe muita literatura na internet sobre ele, o que pode ajudar à sua desmontagem, e sobretudo à sua montagem, não vá acontecer sobrarem peças!
Quanto a ferramentas específicas também não são muitas, e podem ser encontradas à venda no Ebay, bem como as peças para o motor, mas das ferramentas destacaria, uma pistola de impacto (para retirar polys e um elemento da cambota que desaperta ao contrário e que necessita de uma chave de castelo), um saca volantes para este motor, e por fim um saca (com aperto de pernas ou um saca de meia lua) para retirar uma carreto que está fixo à cambota, e que serve para pôr a mota a trabalhar através de Kickstart.  
                     
Entretanto vou fazer uma pequena comparação entre a minha Shenke e a SYM, no que diz respeito à condução. A Shenke é muito mais leve e pequena do que a SYM, e por isso mais maneável, se a estrada for boa dá sempre vontade de levar o seu pequeno motor ao máximo, coisa que fazia com frequência, e a curvar por exemplo nas rotundas quando não existia trânsito eu tentava sempre cortar a direito, coisa que é mais difícil de fazer na SYM, pois o seu peso não deixa muita margem para brincar, de qualquer forma a SYM anda bem mais e transmite mais segurança do que a Shenke. No entanto se estivermos a falar de condução desportiva eu colocaria a Shenke na frente da SYM, desde que a corrida não seja em Auto-estrada, pois aí a SYM de certeza que se vai embora. Aliás, quando comecei a conduzir esta mota pensava que conduzia uma mota maior, no início procurava o seletor das mudanças.  É sem duvida uma pequena grande mota, muito confortável mesmo em mau piso, coisa que a Shenke não era, mas que talvez com a introdução de outros amortecedores a coisa melhorasse.

domingo, 26 de junho de 2011

Parou, mas por azar.

Pois bem, com 7783 Km a mota parou, (em meados de Maio, mais coisa menos coisa) mas por culpa minha, aconteceram vários azares com o óleo que lhe meti, até me custa contar o que aconteceu, só agora que comecei a desmontar o motor é que vi que usei óleo de uma lata que tinha em casa que era para mais tarde fazer biodiesel. Não é que a porcaria da lata não tinha rótulo e eu fui acrescentando esse óleo a óleo que ia comprando, uma vez óleo mineral e outra semi sintético, misturei dos dois para fazer a mudança, que borrada. Bem, agora bastou-me tirar a tampa das válvulas e ver o terrível azar que tive, e eu que gosto tanto daquela motinha. Só fiz duas revisões na marca, e como tal a mota perdeu a garantia, as outras mudanças de óleo foram feitas por mim, por isso agora……… toca a meter as mãos à obra. Confesso que na altura fiquei triste e disse mal da mota, pensando também que seria fruto dos meus excessos de condução, e do facto de ser chinesa, mas agora que vejo o resultado, digo que foi por culpa minha. Entretanto, como não podia ficar sem mota para andar comprei uma Sym a um amigo, sim a um amigo pois apesar de não o conhecer até então considero-o um amigo pois a mota que lhe comprei uma SYM GTS 125 de 2009 estava impecável tinha apenas 2800Km, agora já conta com 3544, e efectivamente é uma senhora mota, bastante mais evoluída do que a Shenke, e mais segura, por vezes dou-me à procura do selector das velocidades, pensando que vou na Honda 750, é uma mota muito confortável. Ainda não a levei ao limite em condução desportiva, coisa que fazia na Shenke regularmente, e que me dava muito gozo pois a motinha era leve e maneável coisa que a SYM não é, por vezes até tinha pena da Shenke. Bem, agora vou arranja-la, neste momento estou a abrir-lhe o motor, eu é que vou fazer tudo, gosto de mecânica e tenho alguns conhecimentos por isso vou ver no que dá, ………vamos ver se não sobram peças! 



domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sem Parar

Bem a mota tem neste momento 5625Km, e não tem tempo para parar, anda sempre de um lado para o outro, o motor responde sempre, até agora nada.
Devo registar a importância de ao mudarmos a vela termos a preocupação de não meter água, pois segundo me informaram devemos escolher a vela que contém um A (CR7HSA) pois se optarmos por outra coisa, (que eu ia fazer) estamos a interferir, com uma provável centralina, que sinceramente não sei se existe, mas se existe e optarmos por outra vela, esta descomanda o motor …..é algo assim….e provavelmente temos problemas. Por isso cuidado. Por esta altura troquei ainda as pastlhas do travão de trás.
Para além disto tenho ainda a registar a quebra da protecção do silenciador junto a um dos cravos (que agora começa a fazer mais barulho), e a quebra da guia da bicha do conta-quilómetros fixa no guarda-lamas (o plástico era mau) por fim o manómetro da gasolina que deixou de trabalhar ou então é preguiçoso, pois de vez em quando lá trabalha, mas mal. Penso que seja algum mau contacto, ………bem mas por causa disto não vou parar a máquina, ela não pode parar, é sempre a rolar.


sábado, 18 de dezembro de 2010

Lá continua....

Ora bem. A máquina está neste momento com 3834 Km, e já fez um pouco de Enduro, já mandou uma bateria para o "criador" (com este frio não há nada que resista), já levou grandes banhos, e até agora ainda não me entrou água para as botas como acontecia com a CB, que quando chovia com força me molhava os pés todos, agora apanho água e os pés e pernas continuam secos. Bacano!



Entretanto coloquei fita cola na ligação dos plásticos (por precaução), sobretudo na zona frontal, conforme podem verificar, pois com o nosso paralelo não há estrutura de plástico que resista, e ainda a bateria da CB 750, retirando à caixa da bateria a tampa , cujo encaixe superior devia ser ao contrário para impedir a água de entrar, pois pude verificar que a caixa estava cheia de lama e água, o que talvez terá ajudado a mandar a bateria para o "galheiro". Quanto ao resto é sempre a andar, noto apenas que se andar depressa e com a luz apagada, quando dou gás, a moto não corresponde mas se a luz está ligada,..... é sempre a "abrir".

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Já não escrevia aqui algo há muito tempo, e muito haveria para contar pois a mota já leva 2490 Km. No entanto, posso afirmar que aquela máquina continua como no 1º dia, sempre a rolar e sem problemas. Atinge 90 Km/h a descer, e na estrada já começa a marcar o seu lugar, pois a rodagem já lá vai, e a sua velocidade é ajustada às necessidades. Agora eu agradeço o facto de ter uma scooter, pois já posso andar com boas botas e bons sapatos, e quando chove já não molho os pés como molhava.